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Escolhas

Pensaremos da seguinte forma: Ocasião – Ação – Consequência = Escolha


O resultado de uma consequência se define através da ação dada à "Ocasião". Este pode ser: Natural, Provável ou Forçoso; proveniente da escolha do indivíduo. A escolha "Natural" é aquela que está de acordo com a situação; a "Provável" é a que tende a acontecer, ou seja, é o espelho do que é de costume (a história do paradigma dos macaquinhos); a escolha "Forçosa" é aquela que é inevitável a necessidade, então, o sujeito toma por decisão a ação conveniente para a situação. A "Ocasião" é formada por uma cadeia de consequências seguida pelas ações escolhidas por um determinado grupo ou pelo todo; que em muitas vezes provém da “Ordem Natural de Todas as Coisas”. Toda "Ocasião" pode ser invertida conforme a ação coletiva esteja de acordo em comum. Pensando desta forma, para um indivíduo incomum a consequência é definida somente por sua única escolha de ação. O resultado não pode ser invertido, ele não tem como ser alterado, pois, um fato consumado não pode ir ao sentido oposto ao que é natural. Ora, o "Natural" não é aquilo que está de acordo com a situação? Sim, independente da escolha o resultado se torna natural a ação.

Aceitar o dia a dia é compreender a responsabilidade pela decisão pessoal; está intimamente relacionado à escolha independente. Culpar o outro é a forma conformadora encontrada pelo indivíduo em não assumir uma má escolha. O sucesso de uma escolha depende da análise ao observar o que é conveniente para o momento; se faz uma boa escolha pondo a sabedoria em prática. Melhor do que aprender com o próprio erro é acertar observando o erro do outro. De qualquer forma a lição e válida quando ela é vivida; apesar de não ser possível voltar ao passado para reparar um erro, a vida se renova todos os dias oferecendo chance de mudar a "Ocasião". Tudo depende de sua única escolha. O grande desafio do ser humano é ultrapassar as dificuldades e aprender com elas.

Raquel Marra

Virtudes




Amar é ter ternura por quem se quer o bem. É apreciar muito, é estimar, ter consideração; é gostar, fazer amor, é copular com alguém. O amor é terno, afetuoso, meigo, brando, suave, carinhoso e afável. Quem ama faz favor, quem ama tem fineza; é um elogio ter o dom da amabilidade, ele é a lisonja de um ser gentil. Quem lembra desta frase:“o amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade” (I coríntios 13: 4-7). De todos os dons que existem o amor é o maior deles. Amar é esperar o tempo do outro, é respeitar e compreender situações. Aquele que ama tem amizades importantes e também é importante para alguém. Amar é uma religião, é a religião do bem. Amar atribui-se a ter paciência, e esta dentre os dons, é o mais difícil que se tem. A paciência é desenvolvida e ela traz inúmeros benefícios, um deles é a virtude de manter o controle emocional em equilíbrio. Ter paciência consiste em ter tolerância,é esperar o momento certo; é aguardar em paz. Tudo isto se define ao conceito de um ser humanizado, educado, sábio; é alguém que também carrega outro grande dom, a temperança, nela se encontra o domínio da moderação na vontade dos instintos. E é através do conhecimento da ciência do ser “eu”, que se faz a pesquisa de todas as virtudes que compõe um homem de bem. Aristóteles já dizia que: "a virtude é uma disposição adquirida de fazer o bem, e elas se aperfeiçoam com o hábito". Esta é a estatura de um varão(oa) perfeito, e atingi-la... Sigamos sempre em frente. Avante!

Raquel Marra



Tão você

Hoje ganhei um presente, e ele deve ser guardado aqui, no intimo do meu coração.

"Noite súbita tão calma... A tempestade traz raios que ao seu brilho me faz lembrar você, teu sorriso; tão calma... Seu perfume prazeroso e inconfundível ao cheiro de outras, alguém que faz diferença no mágico beijo."
Sepultura